EXERCÍCIOS DE REDAÇÃO
Escreva em itens as principais críticas feitas por Pondé.
Escreva em itens as principais críticas feitas por Pondé.
O mundo fica a cada dia mais
ridículo. Hoje, para provar essa tese, darei três exemplos de ideias
equivocadas que assumem ares de coisa séria.
Duas delas
vêm da pedagogia, das escolas de crianças, um dos campos em que o absurdo tomou
conta das pessoas. As escolas viraram laboratórios de "experiências"
em muitas áreas. Em vez de ensinar as capitais dos Estados e dos países, querem
ensinar as crianças como elas devem se sentir (o que é "correto"
sentir) diante das coisas. Muita dessa gente nem tem "moral" para
pregar para os outros. Não confio em ninguém que posa de "correto".
Vamos ao
primeiro exemplo. Tenho ouvido falar que em muitas escolas virou costume fazer
um dia em que meninos vão vestidos de meninas e meninas vão vestidas de
meninos.
O
mundo fica a cada dia mais ridículo. Hoje, para provar essa tese, darei três
exemplos de ideias equivocadas que assumem ares de coisa séria.
Duas
delas vêm da pedagogia, das escolas de crianças, um dos campos em que o absurdo
tomou conta das pessoas. As escolas viraram laboratórios de
"experiências" em muitas áreas. Em vez de ensinar as capitais dos
Estados e dos países, querem ensinar as crianças como elas devem se sentir (o
que é "correto" sentir) diante das coisas. Muita dessa gente nem tem
"moral" para pregar para os outros. Não confio em ninguém que posa de
"correto".
Vamos
ao primeiro exemplo. Tenho ouvido falar que em muitas escolas virou costume
fazer um dia em que meninos vão vestidos de meninas e meninas vão vestidas de
meninos.
Na
cabeça desse povo, esse dia deve ser dedicado ao combate à violência de gênero.
O que esses professores não sacam é que um pedido desse para crianças é em si
uma violência de gênero e uma covardia, levando-se em conta que são crianças e
que não têm como se defender dos delírios de teóricos bobos. E o pior é que
pais inteligentinhos acham essa bobagem a última palavra em "ética".
Risadas?
Outro
dia ouvi de um menino de sete anos da classe C que sua professora pensava que
ele era uma travesti porque tinha dito na classe que no dia X os meninos deviam
ir vestidos de meninas e vice-versa. Mas, como ele não era uma travesti,
recusou-se a ir vestido de mulher e me falou: "Eu não fui porque não sou
travesti".
Veja,
isso nada tem a ver com travestis adultos ou o direito de o ser (que julgo
inquestionável, do ponto de vista do contrato democrático em que vivemos). Isso
tem a ver com taras teóricas de professoras autoritárias que infernizam a vida
das crianças com suas ideias descabidas.
Digamos
de uma vez por todas: ninguém entende patavina de sexualidade. Mas ficou na
moda dizer que entende.
Imagino
que a autoritária de gênero, a professora desse menino (e de outros tantos e
tantas), veja preconceito na fala dele. Eu vejo nessa professora a alma
totalitária típica desses comissários do bem social. Uma praga que infesta as
escolas e o mundo como um todo.
O
mundo está cheio desses comissários, uma espécie de gente mandona que atormenta
os outros com suas taras teóricas.
A
verdade é que o mundo sempre foi um poço de loucuras, taras e incoerências. Por
que agora passamos a achar que basta se dizer a favor do bem social e essa
pessoa está a salvo de ser um obcecado qualquer exercendo suas taras teóricas
sobre crianças que não têm como se defender diante dessas bobagens? E o pior é
que muitos psicólogos abraçam essa baboseira.
O
segundo exemplo também vem da educação: a decisão de mudar letras de músicas
como "atirei o pau no gato" para coisas como "não atirei o pau
no gato", a fim de fazer com que as crianças não maltratem os gatinhos.
Crianças, na sua maioria esmagadora, sempre amaram gatinhos. Mas crianças não
são anjinhos e, quando o são, são doentes. Por que psicólogos, pedagogos e pais
se unem numa prática ridícula como essa? Ninguém mais quer ter filhos, e os
poucos que têm os torturam com essas ideias bobas.
Duvido
que músicas assim nos façam amar mais os gatinhos, assim como acredito que
existam veganos infames e carnívoros malvados no meio da humanidade. Penso mais
que músicas assim visam apenas satisfazer a tara teórica de algum pedagogo ou
psicólogo que, em vez de estudar a sério, fica embarcando em modinhas. É mais
um exemplo de comissários do bem social.
Esses
caras devem achar que assim não existirão mais guerras no mundo e não
precisaremos mais matar seres vivos para viver. Eis os famosos idiotas do bem.
E,
por último, a terceira ideia: os mandões que querem nos proibir de comer foie
gras em nome do bem dos patinhos. Adoro patinhos. A forma de produzir foie gras
é mesmo feia. Mas, pergunto-me: quem ou o que esses santos contra o foie gras
torturam por trás das cortinas?
Aposto
que a mesma moçada que chora por gatinhos e patinhos não chora por bebês
abortados. Interessante esse cruzamento de (in)sensibilidades, não? 1 - ''O mundo fica a cada dia mais ridículo''.
Substitua a metonímia em 'mundo' por uma palavra que lhe dê um sentido denotativo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário